Paixão e paixonite: uma diferença maior do que apenas tamanho

Explicar o amor não é uma tarefa fácil. Durante milênios, o ser humano vem tentando explicar esse sentimento, sem sucesso. E o pior é que ele ainda se apresenta em outras formas, como a paixão e a paixonite.

Para não buscar uma definição muito ampla do que é o amor e de todas as suas diversas formas, o melhor é reduzir o nosso âmbito de investigação e tratar somente da paixão. 

A paixão é um sentimento intenso e rápido, porém de curta duração. Uma das formas da paixão é a paixonite. Um sentimento intenso e rápido, porém de curta duração. Com uma única diferença: é bobo. 

E o que exatamente quer dizer bobo? Como diferenciar uma paixonite de uma verdadeira paixão? Para saber mais, basta continuar a leitura. 

Paixonite: uma paixão boba

Vamos começar explicando sobre o que é a paixão. Se trata de uma atração forte entre duas pessoas, uma atração que é principalmente sexual. Essa paixão, apesar de intensa, não costuma durar muito tempo e, nos melhores casos, se converte em amor. 

A paixonite segue a mesma lógica, só que com uma diferença essencial: é bobo. Como assim? Ora, um ser humano que se apaixona pela lua tem uma paixonite. Uma criança que se apaixona pela professora. Uma sugar baby que se apaixona pelo sugar daddy .

Em outras palavras, a paixonite é impossível. O sentimento que existe é completamente irreal, é impossível de ser correspondido. 

Em alguns casos, como o caso da lua ou da criança que se apaixona por um adulto, a própria lógica da paixão (a atração sexual), aparece de forma distorcida. 

Não é possível imaginar uma relação sexual com a lua. Uma criança sequer tem conhecimento do que é uma relação sexual.

Portanto, a diferença entre paixonite e paixão é muito simples. Não é que um é mais ou menos intenso do que o outro, afinal é possível que tenham a mesma intensidade. A diferença está na possibilidade de cada um. Em resumo, a paixonite é boba. 




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